sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Assassínio na Catedral, de T. S. Eliot




«A sua música de verso é bem típica; a sua arte de modulação rítmica, duma riqueza muito grande. Confesso que não quis mais do que imitá-la, mas a velha história dos "génios" de cada língua é uma real verdade que humanos - desde Babel - não conseguirão neste mundo unificar pondo todos os particulares numa geral linguagem.» (lê-se no Posfácio do tradutor José Blanc de Portugal)
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